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segunda-feira, 21 de maio de 2012

MUSEU 2012: O ENCONTRO DO ANO!

      Neste belo domingo, 20/05 o sol agraciou a presença dos milhares de vsitantes, que foram prestigiar a Semana dos Museus, com um belo encontro de veículos antigos, em Sulacap/RJ
      Diversos veículos, de diversas épocas agraciaram a todos que tiveram o prazer de comparecer ao Museu Aeroespacial. Perfeitamente organizado pelo MPLafer, o evento contou com total apoio dos militares da Aeronáutica, com total segurança para todos os participantes e visitantes.

      Curtam as fotos dessa linda história de paixão, carros e pessoas em um único espaço...perfeito!
























TUBARÃO REVIVE DEPOIS DE 15 ANOS!

          Carros antigos sempre foram as paixões que crescemos a admirar aqui em casa. Através do meu irmão conheci o mundo automotivo na década de 80, porém meu irmão já rodeava este mundo há muito mais tempo do que eu, desde o fim da década de 70, trabalhando na Rede Zacharias, como instalador de som automotivo!
      Nesta batida, depois da aquisição de algumas preciosidades ( Corcel I, Fuscas, Passat...) meu irmão adquiriu um tubarão 74 de um amigo de meu pai. Sem muitos recursos, com dificuldades juntou uns "trocados" ( naquela época, tubarão era barato!) e adquiriu o seu Shark, equipando com quase tudo quanto foi acessório de época, como equalizadores TOJO, toca fitas Rio de Janeiro, bandeja, amplifcadores Aquarius, Faitron, Roadster , bancos Procar, buzina Paquerinha, volante Cougar dentre outras bujingangas que não me lembro agora.
     Porém, anos mais tarde, frequentando muito o autódromo nas oficinas de boxes, nas saudosas copa VW, Stock Car Opalas e Mavericks, encontros Gang 22, Penafiel, etc etc etc o mesmo conseguiu adquirir além de diversos pneus Pirelli 13" P-ZERO, um kit de sistema a ar de compressão, o chamado Blower.
     Com um kit de carburadores duplos do TI 4 da Alfa Romeo o mesmo conseguiu, com a adaptação de um coletor instalar no seu Chevette o carburador duplo SOLEX horizonta, com 4 bocas de 40mm! Infelizmente, depois de o carro ficar abandonado na garagem por outros motivos, o mesmo não pode ser finalizado. Porém, após 15 anos de esconderijo, o Shark sáirá da garagem direto para a pintura para, quem sabe, aparecer com "alguma potência a mais" pelas ruas de Campo Grande, soprando as lindas borboletas vermelhas deste sistema de potência de museu!

ACESSÓRIOS DO PASSADO!

     O passado sempre nos reservou boas e belas lembranças da história automobilística, sejam nos carros, sejam nos equipamentos e acessórios, que atravessaram décadas e hoje, apesar de toda a tecnologia, não superam o glamour dos anos de ouro, princialmente até a década de 90.
    Quem não lembra da linha BOSCH de som automotivo, com seus belos tocas-fitas MIAMI, RIO DE JANEIRO e LOS ANGELES? Ou dos alto falantes triaxiais 6x9 da Blaupunckt, que prometiam sons de altíssima qualidade, ou dos amplificadores da linha TOJO, GR100, GR200 e GR300, este último com efeitos de eco!
     Depois surgem os amplificadores da segunda geração, principalmente os da linha PYRAMID, mais accessiveis ao público em geral, principalmente porque a maioria deles vinham do Paraguai, fato este só revelado anos mais tarde, com os modelos PB400, PB800, PB1000, PB1200 e, acreditem o PB1800, com valores em RMS!
      Assim, graças a Deus Papai do Céu me permitiu viver essa transição da história, claro naão desmerecendo o que há de mais moderno e puro em matéria de som e acessórios nos dias de hoje... mas não havia nada de mais gostoso do que passar o sábado todinho agarrado em nossas malas, tentando desvendar as cores dos diversos fios coloridos que dariam uma melhor qualidde de sons nos velhos Chevettes, Santanas, Passats, Gols, Fuscas dentre outros, para á noite sairmos por entre as ruas dos bairros ouvindo aquele tuc tuc e suas chiadeiras características, porém sem pouco ligarmos para isso, apenas para a divertida noite que se anunciava, com lâmpadas de neons da linha NEBLION colorindo as ruas das cidades, nos parachoques recem-lançados em plástico dos Passats, Chevettes, Escorts, Monzas, Santanas e outros...uma delícia!!!

BLOWER: ESTILO E POTÊNCIA, SEM PERDER A TRADIÇÃO!

          Quem não lembra daquele bólido Dodge Charger de Dominic Toretto em Velozes e Furiosos, com seus "músculos" saltando por sobre o caput? O duelo final do Velozes e Furiosos, protagozinado pelo Dodge Charger e um Toyota Supra (os atores Vin Diesel e Paul Walker foram meros coadjuvantes…), fez muitos céticos torcerem o nariz. Afinal, como pode um carro de quase duas toneladas lencarar a modernidade dos motoresesportivos japoneses? Absurdo, inverossímil, ridículo...Ou não? Simplesmente o equipamento que envenena o bólido do filme se trata do equipamento mais antigo do mundo para aumentar a potência dos motores dos carros, os chamados Blowers!
     Há décadas considerados como símbolo da alta performance, os blowers se transformaram em uma referência imediata para boa parte dos hot roads. Basta dar uma breve olhada para um Blower e pronto. Mesmo se você não soubesse do que se trata, fatalmente imaginaria que aquele equipamento “estiloso” instalado no motor e exposto por uma abertura no capô foi designado, de alguma forma, com a finalidade de proporcionar mais potência para o carro.
     Os blowers (ou sopradores, em português) fazem parte da família dos compressores conhecidos como Superchargers. Com destinações específicas de rendimento do motor e integram, há muitas e muitas décadas, o ramo de preparação chamado de sobrealimentação. Também são considerados superchargers outros compressores, como os centrífugos (turbinas), os de parafuso (lysholm) e os de fluxo axial. A diferença básica entre um e outro está na maneira como comprimem ou aproveitam o ar admitido para gerar mais força.
      Em relação aos turbocompressores, o blower se diferencia por não comprimir necessariamente o ar, e sim deslocá-lo com mais velocidade para proporcionar sua característica principal: a eficiência de trazer mais torque em baixas rotações e fornecer uma potência linear mais arrojada, o que dá a sensação de que o carro tem um motor muito maior. Devido às restrições e curvas no caminho percorrido pela mistura ar/combustível, como turbulências, descarga incompleta dos gases pelo escapamento, pressão atmosférica e outros fatores, podemos dizer que um motor normalmente aspirado nunca será capaz de preencher completamente a câmara de combustão (eficiência volumétrica), mesmo com cabeçotes retrabalhados. É aí que entram os Superchargers, com sua finalidade de aumentar a eficiência volumétrica do motor. Quanto melhor a eficiência volumétrica, maior será a potência.
     Muitos especialistas ainda são seguros em falar que os blowers e seus “primos” compressores ainda são maneiras mais eficientes para aumentar a potência de motor. Seu uso correto pode resultar em aumentos significativos de 50 a 100%, tornando-os uma pedida ideal para a utilização em diversos tipos de corridas, reboques de cargas pesadas ou mesmo para proporcionar uma dinâmica diferenciada no ato comum de dirigir um carro.
     Sua principal desvantagem está justamente colocada dentro de sua principal função característica. Como são acionados pelo virabrequim, precisam usar uma parte da potência do motor (algo em torno de aproximadamente 20% do rendimento total). Mas, como têm a possibilidade de gerar até 100% de força adicional, grande parte dos adeptos acredita que o resultado final vale a pena. A eficiência do blower é conhecida praticamente desde a época em que o motor foi inventado. Acredito que ele não tenha sido inserido nas linhas de montagem devido a questões econômicas e porque há outros meios mais simples de ampliar a potência, como aumento de cilindrada, aumento de taxa de compressão e outros.

sábado, 19 de maio de 2012

A HISTÓRIA DO MAVERICK.


 
     O Ford Maverick, surgiu nos EUA, em 1969, concebido para combater a invasão de europeus e japoneses no mercado americano, foi considerado o "anti-fusca", como o modelo que tiraria compradores da Volkswagen.

        No período em que o carro alemão foi planejado, suas vendas cresciam a passos largos, com vendas superiores a 300.000 unidades anuais, e em 1968 chegavam a quase meio milhão, era o início da invasão de carros baratos, de fácil manutenção e muito mais práticos no dia-a-dia. Foi nesse cenário que, em 17 de abril de 1969 surgiu o Ford Maverick. A receita era simples: um carro compacto de manutenção simples e barata, fácil de manobrar. Com aparência inspirada no Mustang, pois a idéia era identificá-lo como um carro para a família, prático, moderno e econômico, com um leve toque esportivo. Em seu primeiro ano vendeu 579.000 unidades - quase 5.000 a mais que o Mustang em seu primeiro ano de vendas.

        Na época no Brasil existiam dois modelos Ford, e claro dois modelos de sucesso, o bom e velho Corcel e o luxuoso Galaxie. Só que entre o popular e o luxuoso havia um espaço a ser preenchido. Esse espaço aparentemente estava ocupado pelo Aero-Willys e Itamaraty (versão luxuosa do Aero), que já estavam ficando ultrapassados e fora do estilo da época, sem contar os inúmeros problemas mecânicos deixando a desejar e abrindo uma brecha no mercado.

          A briga por um mercado de populares de médio porte (confortáveis mais econômicos) estava começando.

     A Chrysler desenvolvia o Dodge 1800 (Dodginho). A Volkswagen preparava um "fusca quadrado" que se chamaria Brasília, além de uma aposta alta no Passat, que em tese mudou o mercado nacional. Mais isso é outra história, que não me interessa. Pois se não for beberrão, para mim não vale nada.

 
A Ford preparou uma pesquisa que por sinal teve por resultado uma das ações mais estranhas da história do marketing automobilistico nacional. A Ford definiu seu público-alvo, e utilizando quatro veículos, todos brancos e sem qualquer identificação quanto ao nome e fabricante, sendo eles: um Opala, um Corcel, um Maverick norte-americano e um Ford Taunus europeu, tentou identificar qual seria sua meta de trabalho. A pesquisa elegeu o Taunus, e este traduzia os desejos de consumo daquele público acostumado com os padrões de conforto e economia dos veículos europeus.


         Ótimo, mãos à obra e aos problemas. O Taunus exigiria um motor, que só seria possível em 1975, com a conclusão de uma outra fábrica. A suspensão traseira, independente, era bem mais moderna que a de eixo rígido do Aero/Itamaraty. A adaptação do Taunus ao nosso mercado começou a se mostrar inviável. O tempo era curto e a competição seria acirrada. A idéia era utilizar ao máximo os componentes do velho Aero. A pesquisa foi posta de lado e para surpresa dos profissionais de marketing e estratégia, a empresa optou por lançar o Maverick.

        Os objetivos maiores da empresa falaram mais alto, que eram a urgência e economia de investimentos.


      Começaram os problemas. Alguns motores de seis cilindros 3,0 litros do Aero-Willys "derreteram" em testes devido ao sistema de arrefecimento mal dimencionado e ineficiente. A lubrificação deu problema e foi necessário uma nova bomba de óleo com sentido trocado, ou seja, no bombeamento o óleo era sugado dos mancais para o cárter... Sanados os problemas, e com mais uma "passagem" externa de água para o sexto cilindro, lançaram o Maverick em junho de 1973, que por sinal era igual ao modelo americano de 1970.

      As versões lançadas foram a Super e Super Luxo. Logo apareceu a versão esportiva GT com motor V8 importado, de 4,95 litros, a qual saia de fábrica, com pintura metálica e direção hidráulica como únicos opcionais. Além das faixas pretas e o novo motor, tinha tantos (ou quase tantos) cromados quanto as outras versões. Tinha seus problemas: freios traseiros com tendência ao travamento das rodas e radiador subdimensionado para o clima tropical (padrão dos Maverick´s).

      Nos testes no Brasil, o "capô do motor V8" chegava a abrir e era jogado de encontro ao "pára-brisa. Dai os GTs sairem com pequenas presilhas no capô. Apesar da baixa taxa de compressão do primeiro motor, 7,5:1, o desempenho era bastante bom para a época: aceleração de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos e 178 km/h de velocidade máxima. Como comparação, o velho "seis bocas" chegava a gastar quase 30 segundos na aceleração e mal chegava na marca de 150 km/h. Ao final do mesmo ano chegava o Maverick de quatro portas, oferecendo mais espaço aos passageiros de trás por conta de entre-eixos mais longo, mas não agradou ao público.
      Resolvido o velho problema do radiador, o GT e as outras versões, equipadas opcionalmente com o V8, atingiram vendas significativas, o esportivo chegou a 2.000 unidades no primeiro ano e mais de 4.000 no segundo.

 
      Os concorrentes não chegaram sequer perto em questão de vendas. Na época eram o Opala 6cc (cú de burro) e os Dodge Dart e Charger RT, equipados com V8 308.

      O Maverick "seis bocas" foi realmente o desatre, pois era mais pesado que o Opala e seu desempenho era próximo de qualquer quatro-cilindros. Mais vale ressaltar que o motor 06 cilindros era muito silencioso.


      O V8 era a resposta aos concorrentes. Até chegar a crise do petróleo no final dos anos 70, uma ameaça ao bolso dos consumidores. Como o seis "bocas" bebia como um V8 e andava praticamente como um carro médio de quatro cilindros, o Maverick ganhou fama de Beberrão, e foi caindo em desgraça.


      Com isso em 1979 depois de mais de 100.000 unidades vendidas o nosso lendário Maverick saia de linha para dar lugar, acreditem, ao "Corcel II"!!!


(texto retirado do google)

sexta-feira, 18 de maio de 2012

CAMISAS DA PISTON TEAM!

       Como todo grande time tem sua bandeira, não poderia ser diferente com a EQUIPE PISTÃO, da Zona Oeste carioca. Atenta a todos os eventos que movimentam os saudosistas e antigomobilistas, esta turma veio de encontro aos interesses dessa galera que curte a mania que não para de crescer no País, o culto aos tempos de ouro, dos carangos do passado!
     Assim com o advento da internet e dos meios sociais, não seria diferente com essa galera a divulgação mundial da EQUIPE PISTÃO; sugere-se o nome em inglês, visto que é uma lingua universal e compreendida pelo mundo inteiro. O pistão como não poderia deixar de ser ilustra a estampa como um todo, sendo clara a sua leitura por todos que o verem.